quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
sábado, 24 de dezembro de 2011
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
Letra da Música da Pitty: Teto de Vidro
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Andei por tantas ruas e lugares
Passei, observando quase tudo
Mudei, o mundo gira num segundo
Busquei, dentro de mim os meus lares
E aí, tantas pessoas querendo sentir
Sangue correndo na veia é bom assim
Se movimenta, tá vivo ouvir milhões de vozes gritando
Eu quero ver quem é capaz
De fechar os olhos e descansar em paz!
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Andei por tantas ruas e lugares
Passei, observando quase tudo
Mudei, o mundo gira num segundo
Busquei, dentro de mim os meus lares
E aí, tantas pessoas querendo sentir
Sangue correndo na veia é bom assim
Se movimenta, tá vivo ouvir milhões de vozes gritando
Eu quero ver quem é capaz
De fechar os olhos e descansar em paz!
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Na frente está o alvo quem se arrisca pela linha
Não é tão diferente do que eu já fui um dia
Se vai ficar, se vai passar,não sei
E num piscar de olhos, lembro o tanto que falei
Deixei, calei e até me importei
Mas não tem nada, eu tava mesmo errada
Cada um em seu casulo, em sua direção
Vendo de camarote a novela da vida alheia
Sugerindo soluções, discutindo relações
Bem certos que a verdade cabe na palma da mão
Mas isso não é uma questão de opinião
Mas isso não é uma questão de opinião
Isso é só uma questão de opinião!
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Andei por tantas ruas e lugares
Passei, observando quase tudo
Mudei, o mundo gira num segundo
Busquei, dentro de mim os meus lares
E aí, tantas pessoas querendo sentir
Sangue correndo na veia é bom assim
Se movimenta, tá vivo ouvir milhões de vozes gritando
Eu quero ver quem é capaz
De fechar os olhos e descansar em paz!
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Andei por tantas ruas e lugares
Passei, observando quase tudo
Mudei, o mundo gira num segundo
Busquei, dentro de mim os meus lares
E aí, tantas pessoas querendo sentir
Sangue correndo na veia é bom assim
Se movimenta, tá vivo ouvir milhões de vozes gritando
Eu quero ver quem é capaz
De fechar os olhos e descansar em paz!
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Quem não tem teto de vidro que atire a primeira pedra
Na frente está o alvo quem se arrisca pela linha
Não é tão diferente do que eu já fui um dia
Se vai ficar, se vai passar,não sei
E num piscar de olhos, lembro o tanto que falei
Deixei, calei e até me importei
Mas não tem nada, eu tava mesmo errada
Cada um em seu casulo, em sua direção
Vendo de camarote a novela da vida alheia
Sugerindo soluções, discutindo relações
Bem certos que a verdade cabe na palma da mão
Mas isso não é uma questão de opinião
Mas isso não é uma questão de opinião
Isso é só uma questão de opinião!
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
Artigo sobre o filme: Ilha das flores - de (Jorge Furtado)
Ilha das Flores: Esta não é a nossa vida
Meu artigo "O Homem que copiava matou um cara na Ilha das Flores", sobre o cinema fake-realista de Jorge Furtado rendeu alguns e-mails de leitores interessados na matéria da Zero Hora citada no artigo.
Pois bem, aqui está a íntegra a matéria intitulada "Esta não é sua vida" publicada no segundo caderno da Zero Hora de 13 de março de 2004, por ocasião dos 15 anos do lançamento do filme.
Tirem suas conclusões.
O interessante é que durante 15 anos a voz dos moradores sequer foi ouvida por algum veículo da grande mídia. Pelo menos nesta ocasião, a Zero Hora cumpriu seu dever de informar e descortinar a realidade, deixando um pouco de lado a os confetes sobre esta obra "fundamental" do "cinema gaúcho" como é a praxe. O rei ficou nú.
Moradores contestam imagem da comunidade apresentada em "Ilha das Flores"
"Não era nada daquilo"
Janaína Gonçalves da Silveira, 25 anos, estava na cena em que os moradores da ilha recolhem comida.
Ela recorda que as crianças realmente corriam atrás dos caminhões que iam até a Ilha Grande dos Marinheiros para descarregar os alimentos rejeitados ou com prazo para vencer.
- Filmar era divertido, era bem diferente, mas a gente estava pensando também no dinheiro que iria receber.
Janaína só conseguiu assistir a Ilha das Flores pela primeira vez no ano passado, e comenta que teve de agüentar os comentários que seus colegas do DMLU faziam sobre o filme.
- Não era nada daquilo. O filme dizia que a gente brigava com os porcos.
"Não vivíamos com os porcos"
Eva Gonçalves Machado, 62 anos, vive desde 1972 na Ilha Grande dos Marinheiros. Diz que é um bom lugar para morar, apesar de não ter água encanada e só contar com luz elétric a há uns 10 anos.
- É bom aqui. Se pode ir a Porto Alegre de bicicleta, de carona, até a pé.
Mas o tom de voz de Dona Evinha muda ao falar do filme Ilha das Flores. Ela participou da cena que mostrava adultos e crianças esperando para entrar num pátio e recolher restos de comida. Ao lembrar como foi a filmagem, ela conta que a produção deu cachorro-quente e refrigerante para quem estava atuando. Ri quando recorda que os câmeras do filme subiam uns na costas dos outros para conseguir um ângulo melhor, mas reclama, irritada:
- Eles nos mandaram entrar no pátio junto com os porcos. A gente não fazia isso, não dividia comida com os porcos. O caminhão da Ceasa vinha no sábado, e o dono da granja, que criava porcos, separava em tonéis o que ele ia doar para o povo e o que ia para os animais.
Sua filha, Maria Solange Gonçalves da Silveira, 30 anos, também figurou na cena. Ela lembra que, naquela época, não havia nada para fazer na ilha.
- Foi uma festa, era novidade. Eu pensei que seria atriz. E eles disseram que iam voltar para mostrar o filme, mas estamos esperando até hoje.
Solange viu Ilha das Flores em 2002, ao lado de colegas do DMLU, e ficou revoltada:
- Eu dizia que não era eu, que não estava no filme.
Dona Eva conta que viu o filme no Cine Avenida, no início dos anos 90. Foi toda alegre, brincando que tinha o papel principal, ela diz que achou o curta "um esculacho":
- O porteiro do Avenida me perguntou o que eu achei. Respondi que não gostei, que estava uma porcaria.
"O filme devia deixar claro que é ficção"
Gineo Silva, 40 anos, era um dos meninos que corria atrás do caminhão. Atual vice-presidente da Associação dos Catadores de Material de Porto Alegre, lembra que na década de 80 caminhões de supermercados distribuíam de porta em porta frutas e verduras machucadas e produtos com validade por vencer. A partir de um momento, os caminhões largavam tudo na granja que aparece no curta Ilha das Flores. Lá, os alimentos eram divididos entre o que iria para os porcos e o que seria doado.
- O filme foi prejudicial para a ilha. Senti que nós, seres humanos, somos inferiores aos porcos. A gozação era na escola, nos ônibus.
Segundo Gineo, os adultos teriam recebido o equivalente a R$ 20 e as crianças, R$ 5 pela filmagem de Ilha das Flores. Ele conta que já aconteceu de universitários visitarem a Ilha Grande dos Marinheiros achando que a população divide comida com animais.
- O filme devia trazer no início uma tarja bem grande, dizendo "Esta é uma obra de ficção".
Fonte: http://la3.blogspot.com/2005/03/ilha-das-flores-esta-no-nossa-vida.html
Meu artigo "O Homem que copiava matou um cara na Ilha das Flores", sobre o cinema fake-realista de Jorge Furtado rendeu alguns e-mails de leitores interessados na matéria da Zero Hora citada no artigo.
Pois bem, aqui está a íntegra a matéria intitulada "Esta não é sua vida" publicada no segundo caderno da Zero Hora de 13 de março de 2004, por ocasião dos 15 anos do lançamento do filme.
Tirem suas conclusões.
O interessante é que durante 15 anos a voz dos moradores sequer foi ouvida por algum veículo da grande mídia. Pelo menos nesta ocasião, a Zero Hora cumpriu seu dever de informar e descortinar a realidade, deixando um pouco de lado a os confetes sobre esta obra "fundamental" do "cinema gaúcho" como é a praxe. O rei ficou nú.
Moradores contestam imagem da comunidade apresentada em "Ilha das Flores"
"Não era nada daquilo"
Janaína Gonçalves da Silveira, 25 anos, estava na cena em que os moradores da ilha recolhem comida.
Ela recorda que as crianças realmente corriam atrás dos caminhões que iam até a Ilha Grande dos Marinheiros para descarregar os alimentos rejeitados ou com prazo para vencer.
- Filmar era divertido, era bem diferente, mas a gente estava pensando também no dinheiro que iria receber.
Janaína só conseguiu assistir a Ilha das Flores pela primeira vez no ano passado, e comenta que teve de agüentar os comentários que seus colegas do DMLU faziam sobre o filme.
- Não era nada daquilo. O filme dizia que a gente brigava com os porcos.
"Não vivíamos com os porcos"
Eva Gonçalves Machado, 62 anos, vive desde 1972 na Ilha Grande dos Marinheiros. Diz que é um bom lugar para morar, apesar de não ter água encanada e só contar com luz elétric a há uns 10 anos.
- É bom aqui. Se pode ir a Porto Alegre de bicicleta, de carona, até a pé.
Mas o tom de voz de Dona Evinha muda ao falar do filme Ilha das Flores. Ela participou da cena que mostrava adultos e crianças esperando para entrar num pátio e recolher restos de comida. Ao lembrar como foi a filmagem, ela conta que a produção deu cachorro-quente e refrigerante para quem estava atuando. Ri quando recorda que os câmeras do filme subiam uns na costas dos outros para conseguir um ângulo melhor, mas reclama, irritada:
- Eles nos mandaram entrar no pátio junto com os porcos. A gente não fazia isso, não dividia comida com os porcos. O caminhão da Ceasa vinha no sábado, e o dono da granja, que criava porcos, separava em tonéis o que ele ia doar para o povo e o que ia para os animais.
Sua filha, Maria Solange Gonçalves da Silveira, 30 anos, também figurou na cena. Ela lembra que, naquela época, não havia nada para fazer na ilha.
- Foi uma festa, era novidade. Eu pensei que seria atriz. E eles disseram que iam voltar para mostrar o filme, mas estamos esperando até hoje.
Solange viu Ilha das Flores em 2002, ao lado de colegas do DMLU, e ficou revoltada:
- Eu dizia que não era eu, que não estava no filme.
Dona Eva conta que viu o filme no Cine Avenida, no início dos anos 90. Foi toda alegre, brincando que tinha o papel principal, ela diz que achou o curta "um esculacho":
- O porteiro do Avenida me perguntou o que eu achei. Respondi que não gostei, que estava uma porcaria.
"O filme devia deixar claro que é ficção"
Gineo Silva, 40 anos, era um dos meninos que corria atrás do caminhão. Atual vice-presidente da Associação dos Catadores de Material de Porto Alegre, lembra que na década de 80 caminhões de supermercados distribuíam de porta em porta frutas e verduras machucadas e produtos com validade por vencer. A partir de um momento, os caminhões largavam tudo na granja que aparece no curta Ilha das Flores. Lá, os alimentos eram divididos entre o que iria para os porcos e o que seria doado.
- O filme foi prejudicial para a ilha. Senti que nós, seres humanos, somos inferiores aos porcos. A gozação era na escola, nos ônibus.
Segundo Gineo, os adultos teriam recebido o equivalente a R$ 20 e as crianças, R$ 5 pela filmagem de Ilha das Flores. Ele conta que já aconteceu de universitários visitarem a Ilha Grande dos Marinheiros achando que a população divide comida com animais.
- O filme devia trazer no início uma tarja bem grande, dizendo "Esta é uma obra de ficção".
Fonte: http://la3.blogspot.com/2005/03/ilha-das-flores-esta-no-nossa-vida.html
sexta-feira, 8 de julho de 2011
Carlos Drummond de Andrade
JOSÉ
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
Carlos Drummond de Andrade
E agora, José?
A festa acabou,
a luz apagou,
o povo sumiu,
a noite esfriou,
e agora, José ?
e agora, você ?
você que é sem nome,
que zomba dos outros,
você que faz versos,
que ama protesta,
e agora, José ?
Está sem mulher,
está sem discurso,
está sem carinho,
já não pode beber,
já não pode fumar,
cuspir já não pode,
a noite esfriou,
o dia não veio,
o bonde não veio,
o riso não veio,
não veio a utopia
e tudo acabou
e tudo fugiu
e tudo mofou,
e agora, José ?
E agora, José ?
Sua doce palavra,
seu instante de febre,
sua gula e jejum,
sua biblioteca,
sua lavra de ouro,
seu terno de vidro,
sua incoerência,
seu ódio - e agora ?
Com a chave na mão
quer abrir a porta,
não existe porta;
quer morrer no mar,
mas o mar secou;
quer ir para Minas,
Minas não há mais.
José, e agora ?
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse…
Mas você não morre,
você é duro, José !
Sozinho no escuro
qual bicho-do-mato,
sem teogonia,
sem parede nua
para se encostar,
sem cavalo preto
que fuja a galope,
você marcha, José !
José, pra onde ?
sábado, 25 de junho de 2011
Domingo e Politica
Até quando vamos aceitar os meios de comunicação, principalmente a TV fazer promoção em cima da tragédia alheia, sensacionalismo soa em meus ouvidos com a mesma intensidade que politicagem; difícil saber qual a maior tortura. Comparo os programas de domingo na TV com os períodos de eleições, fico transtornado mudo meu humor me de raiva.
Abro minha carteira e vejo meu título de eleitor, simples papel que me da a falsa ilusão de que o poder está nas minhas mãos, grande erro. O poder esta na escolha de fazer uso ou não do mesmo, porém tal escolha não me permitem, nesse caso melhor a TV, posso desliga - la quando quiser, programa do “Guglu P.C.C” opa!!! Off line.
Abro minha carteira e vejo meu título de eleitor, simples papel que me da a falsa ilusão de que o poder está nas minhas mãos, grande erro. O poder esta na escolha de fazer uso ou não do mesmo, porém tal escolha não me permitem, nesse caso melhor a TV, posso desliga - la quando quiser, programa do “Guglu P.C.C” opa!!! Off line.
O Rádio
O rádio é um poderoso instrumento político que tanto pode servir á mudança como a manutenção de um Estado, das relações sociais, da própria liberdade individual e /ou coletiva. O mais eficaz veículo de informação, torna – se um instrumento ideológico na medida em que seu controle e propriedade o transformam em arma. Arma que mobiliza, induz, liberta ou escraviza. (ORTRIWANO, Gisela Swetlana. A Informação no Rádio: os grupos de poder e a determinação dos conteúdos. São Paulo: Summus, 1985.)
sexta-feira, 17 de junho de 2011
Sobre a liberdade
"Livre é o estado daquele que tem Liberdade.
Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não ha ninguém que explique e ninguém que não entenda"
Fonte: Filme ilha das flores / Retirado de o Romanceiro da inconfidencia de Cicilia Meirelis.
Liberdade é uma palavra que o sonho humano alimenta, que não ha ninguém que explique e ninguém que não entenda"
Fonte: Filme ilha das flores / Retirado de o Romanceiro da inconfidencia de Cicilia Meirelis.
quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Poesia (O que Sonhamos)
O que sonhamos para nós?
O que seremos no futuro?
O que será de nós?
Antes havia um povo guerreiro
vivia em harmonia,contavam histórias
Cantavam melodias,
Acreditavam em deuses,
Acreditavam no pajé,
não havia doenças,
pois tinham suas crenças,
Eram índios felizes,
E nós?
O que faremos?
Que história deixaremos?
Para as futuras gerações?
Não vivemos em um mundo perfeito
mas o que faremos?
Só enxergamos os defeitos...
O futuro está aqui.
Está na etnia guarani,
Para ver o futuro. Basta olhar
Para a etnia terena e Caiuá
O futuro somos nós,
A nossa ação, pode mudar o mundo
Crianças, professores,
somos intermediadores,
E com a educação, podemos encher o coração
Dos pequenos cidadãos de amor e perdão!
É o que deixaremos
É o que sonhamos.
Prof: Egizele Mariano da Sailva
Professora ada escola indígena Tengatuí Marangatu
Dourados - MS
O que seremos no futuro?
O que será de nós?
Antes havia um povo guerreiro
vivia em harmonia,contavam histórias
Cantavam melodias,
Acreditavam em deuses,
Acreditavam no pajé,
não havia doenças,
pois tinham suas crenças,
Eram índios felizes,
E nós?
O que faremos?
Que história deixaremos?
Para as futuras gerações?
Não vivemos em um mundo perfeito
mas o que faremos?
Só enxergamos os defeitos...
O futuro está aqui.
Está na etnia guarani,
Para ver o futuro. Basta olhar
Para a etnia terena e Caiuá
O futuro somos nós,
A nossa ação, pode mudar o mundo
Crianças, professores,
somos intermediadores,
E com a educação, podemos encher o coração
Dos pequenos cidadãos de amor e perdão!
É o que deixaremos
É o que sonhamos.
Prof: Egizele Mariano da Sailva
Professora ada escola indígena Tengatuí Marangatu
Dourados - MS
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Frase
"A poesia transfigura as coisas, mesmo quando você está no abismo.
A arte existe porque a vida não basta".
Ferreira Gullar
(poeta maranhense)
A arte existe porque a vida não basta".
Ferreira Gullar
(poeta maranhense)
quarta-feira, 23 de março de 2011
Quem sou eu?
Sou algo que as pessoas não querem por perto, cheiro mal, sou um produto do resto, do que sobrou, do que as pessoas não souberam aproveitar ou não quiseram aproveitar.
Fico de prontidão esperando a coleta, sabe - se lá quantas vezes por semana, mas oque isso importa? meu papel é só esperar a coleta. As vezes posso ser uma pedra no sapato da sociedade, mas quando sou essa mesma pedra para as autoridades, aí sim, ganho encaminhamento, meu destino é ser enterrado ou até mesmo depositado em um lugar distante. E isso o que importa? para nós não existe distância.
Sobre isso pergunta - se: quem sou eu? talvez lixo seria a resposta, porém sou um "professor convocado", obrigado a passar por tudo isso e aceitar "alegremente".
E o salário vem aí, emmaio, para quem começou a trabalhar em fevereiro de 2011, nada maais justo, pois assim como o lixo o professor convocado não possui contas para pagar. Que beleza!!!
Começamos bem 2011!!!!!!
Rafael L. Caires
Fico de prontidão esperando a coleta, sabe - se lá quantas vezes por semana, mas oque isso importa? meu papel é só esperar a coleta. As vezes posso ser uma pedra no sapato da sociedade, mas quando sou essa mesma pedra para as autoridades, aí sim, ganho encaminhamento, meu destino é ser enterrado ou até mesmo depositado em um lugar distante. E isso o que importa? para nós não existe distância.
Sobre isso pergunta - se: quem sou eu? talvez lixo seria a resposta, porém sou um "professor convocado", obrigado a passar por tudo isso e aceitar "alegremente".
E o salário vem aí, em
Começamos bem 2011!!!!!!
Rafael L. Caires
quarta-feira, 9 de março de 2011
A verdade pode ser relativa
"Encontrei hoje em ruas, separadamente, dois amigos meus que se haviam zangado um com outro. Cada um me contou a narrativa de por que se haviam zangado. Cada um me disse a verdade. Cada um me contou as suas razões. Ambos tinham razão. Não era que um via uma coisa e outro outra, ou que um via o lado das coisas e outro um outro lado diferente. Não: cada um via as coisas exatamente como se haviam passado, cada um as via com um critério idênctico a do outro, mas cada um via uma coisa diferente, e cada um, portanto, tinha razão. Fiquei confuso desta dupla existência da verdade"
Fernado Pessoa
Fernado Pessoa
segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011
Dom Quixote
A direita do meu blog, é possível verificar um cartum a respeito da escrita do livro de Miguel de Cervantes, que possui o titulo "Dom Quixote", o livro conta as loucuras de um cavaleiro de espírito, que abandona tudo em busca de aventuras, faz isso pois:
"... do pouco dormir e do muito ler, se lhe secou o cérebro, de maneira que chegou a perder o juízo. Encheu-se lhe a fantasia de tudo que achava nos livros, assim de encantamentos, como pendências, batalhas desafios, feridas, requebros, amores, tormentas, e disparates impossíveis; e assentou-se-lhe de tal modo na imaginação ser verdade toda aquela máquina de sonhadas invenções que lia, que para ele não havia história mais certa no mundo" (CERVANTES SAAVEDRA,2010,p.31).
Vale muito ler esse clássico!!!!!
"... do pouco dormir e do muito ler, se lhe secou o cérebro, de maneira que chegou a perder o juízo. Encheu-se lhe a fantasia de tudo que achava nos livros, assim de encantamentos, como pendências, batalhas desafios, feridas, requebros, amores, tormentas, e disparates impossíveis; e assentou-se-lhe de tal modo na imaginação ser verdade toda aquela máquina de sonhadas invenções que lia, que para ele não havia história mais certa no mundo" (CERVANTES SAAVEDRA,2010,p.31).
Vale muito ler esse clássico!!!!!
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Comunicado
Devido aos problemas que ocorrem em Dourados em relação à atribuição de aulas nas escolas municipais para professores contratados, meu blog deverá ficar mais uns 15 dias sem atualizações, pois como professor que sou estou correndo atrás do meu espaço e por esse motivo, falta tempo para atualizar o blog, porém no mais tardar até o dia 28/02/2011 tudo voltará ao normal.
Ass: Rafael L. Caires
Ass: Rafael L. Caires
sexta-feira, 28 de janeiro de 2011
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