quarta-feira, 1 de junho de 2011
segunda-feira, 9 de maio de 2011
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Poesia (O que Sonhamos)
O que sonhamos para nós?
O que seremos no futuro?
O que será de nós?
Antes havia um povo guerreiro
vivia em harmonia,contavam histórias
Cantavam melodias,
Acreditavam em deuses,
Acreditavam no pajé,
não havia doenças,
pois tinham suas crenças,
Eram índios felizes,
E nós?
O que faremos?
Que história deixaremos?
Para as futuras gerações?
Não vivemos em um mundo perfeito
mas o que faremos?
Só enxergamos os defeitos...
O futuro está aqui.
Está na etnia guarani,
Para ver o futuro. Basta olhar
Para a etnia terena e Caiuá
O futuro somos nós,
A nossa ação, pode mudar o mundo
Crianças, professores,
somos intermediadores,
E com a educação, podemos encher o coração
Dos pequenos cidadãos de amor e perdão!
É o que deixaremos
É o que sonhamos.
Prof: Egizele Mariano da Sailva
Professora ada escola indígena Tengatuí Marangatu
Dourados - MS
O que seremos no futuro?
O que será de nós?
Antes havia um povo guerreiro
vivia em harmonia,contavam histórias
Cantavam melodias,
Acreditavam em deuses,
Acreditavam no pajé,
não havia doenças,
pois tinham suas crenças,
Eram índios felizes,
E nós?
O que faremos?
Que história deixaremos?
Para as futuras gerações?
Não vivemos em um mundo perfeito
mas o que faremos?
Só enxergamos os defeitos...
O futuro está aqui.
Está na etnia guarani,
Para ver o futuro. Basta olhar
Para a etnia terena e Caiuá
O futuro somos nós,
A nossa ação, pode mudar o mundo
Crianças, professores,
somos intermediadores,
E com a educação, podemos encher o coração
Dos pequenos cidadãos de amor e perdão!
É o que deixaremos
É o que sonhamos.
Prof: Egizele Mariano da Sailva
Professora ada escola indígena Tengatuí Marangatu
Dourados - MS
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Frase
"A poesia transfigura as coisas, mesmo quando você está no abismo.
A arte existe porque a vida não basta".
Ferreira Gullar
(poeta maranhense)
A arte existe porque a vida não basta".
Ferreira Gullar
(poeta maranhense)
quarta-feira, 23 de março de 2011
Quem sou eu?
Sou algo que as pessoas não querem por perto, cheiro mal, sou um produto do resto, do que sobrou, do que as pessoas não souberam aproveitar ou não quiseram aproveitar.
Fico de prontidão esperando a coleta, sabe - se lá quantas vezes por semana, mas oque isso importa? meu papel é só esperar a coleta. As vezes posso ser uma pedra no sapato da sociedade, mas quando sou essa mesma pedra para as autoridades, aí sim, ganho encaminhamento, meu destino é ser enterrado ou até mesmo depositado em um lugar distante. E isso o que importa? para nós não existe distância.
Sobre isso pergunta - se: quem sou eu? talvez lixo seria a resposta, porém sou um "professor convocado", obrigado a passar por tudo isso e aceitar "alegremente".
E o salário vem aí, emmaio, para quem começou a trabalhar em fevereiro de 2011, nada maais justo, pois assim como o lixo o professor convocado não possui contas para pagar. Que beleza!!!
Começamos bem 2011!!!!!!
Rafael L. Caires
Fico de prontidão esperando a coleta, sabe - se lá quantas vezes por semana, mas oque isso importa? meu papel é só esperar a coleta. As vezes posso ser uma pedra no sapato da sociedade, mas quando sou essa mesma pedra para as autoridades, aí sim, ganho encaminhamento, meu destino é ser enterrado ou até mesmo depositado em um lugar distante. E isso o que importa? para nós não existe distância.
Sobre isso pergunta - se: quem sou eu? talvez lixo seria a resposta, porém sou um "professor convocado", obrigado a passar por tudo isso e aceitar "alegremente".
E o salário vem aí, em
Começamos bem 2011!!!!!!
Rafael L. Caires
quarta-feira, 9 de março de 2011
A verdade pode ser relativa
"Encontrei hoje em ruas, separadamente, dois amigos meus que se haviam zangado um com outro. Cada um me contou a narrativa de por que se haviam zangado. Cada um me disse a verdade. Cada um me contou as suas razões. Ambos tinham razão. Não era que um via uma coisa e outro outra, ou que um via o lado das coisas e outro um outro lado diferente. Não: cada um via as coisas exatamente como se haviam passado, cada um as via com um critério idênctico a do outro, mas cada um via uma coisa diferente, e cada um, portanto, tinha razão. Fiquei confuso desta dupla existência da verdade"
Fernado Pessoa
Fernado Pessoa
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